domingo, 5 de outubro de 2014

#Aquisições Literárias (Setembro)

Faz um bocado de tempo que não posto as minhas aquisições literárias aqui  por motivos de preguiça, no máximo tenho postado fotos no meu instagram. Comprei um bocado de coisa nos últimos meses, mas meio que perdi um pouco a conta do que fui adquirindo, por isso só vou deixar aqui as compras do último mês:

Os Diários de Bluebell - A vida depois de Iris, da Natasha Farrant
Participei de um evento da Martins Fontes no qual a autora esteve presente, falando das suas obras e sobre literatura infanto-juvenil. Fiquei bem interessada pelo enredo do livro; então, aproveitando que ela estava lá, comprei o livro e consegui o autógrafo.




World Without End, Ken Follett
Este livro é uma espécie de continuação de "Os Pilares da Terra". Como comprei a minha edição do primeiro livro em inglês, também queria que a continuação fosse em inglês, para ter tudo combinando. E nunca que achava o World Without End com facilidade. Daí que um dia, na Saraiva, quando menos espero, acabo encontrando o livro. Coloquei embaixo do braço na hora e agora sou uma pessoa mais feliz:



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Resenha: As Vinhas da Ira, John Steinbeck



Sinopse: As Vinhas da Ira é um romance sobre a dignidade humana em condições desesperadas. Entre 1930 e 1939, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa, e provocaram o êxodo de muitos deles para Oeste, nomeadamente para a Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros que ao longo das estradas se dirigem para Oeste, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estóica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura norte-americana. (Fonte: Skoob)

"As Vinhas da Ira" era um livro que eu tinha muita vontade de ler, principalmente por ter ficado tão comovida com a leitura de "A Pérola", também do John Steinbeck, na época da faculdade. Comprei uma edição de bolso com um preço fazível na última Bienal do Livro de São Paulo e achei que era um bom jeito de começar a minha lista de leituras "100 Livros Essenciais da Literatura Mundial", da revista Bravo.

E, por Deus, não houve jeito melhor de abrir os trabalhos!

Mas falar de "As Vinhas da Ira" é tão difícil, são tantos sentimentos provocados e dolorosamente sentidos durante a sua leitura!

Steinbeck nos apresenta a família Joad aos poucos e aos poucos vamos nos deixando cativar por seus membros e dramas pessoais, pessoas simples unidas por um único objetivo: fugir de Oklahoma, onde já não há mais trabalho para os camponeses, e chegar à Califórnia, tendo a esperança de viver uma vida decente através do trabalho. A Depressão de 29 atingiu não só as pessoas nas cidades, mas também os trabalhadores no campo, que se viram desprovidos da terra – quase uma extensão sua – e também da sua dignidade.

O clima, um antagonista cruel, aliado ao "progresso" trazido pelas máquinas que tomaram o emprego de tantos homens e mulheres, é uma presença constante. Seja no calor e tempo seco inclementes, seja nos temporais quase bíblicos que fustigam os Joad. Nada parece contribuir para aliviar as agruras de um povo já tão maltratado.

Mas se há esse desalento trazido pelas adversidades, também há humanidade e solidariedade. Pessoas que se unem para que haja conforto e um pouco de decência, para que a vida seja um pouco mais que apenas sobrevivência. E durante toda a leitura há paralelos entre fartura e escassez, esperança e desespero, pecado e redenção. A narrativa de Steinbeck tem tantas passagens belas, de uma poesia crua e realista, mas comovente ao extremo.

"E à noite acontecia uma coisa estranha: as vinte famílias tornavam-se uma só família, os filhos de uma eram filhos de todas. A perda de um lar tornava-se uma perda coletiva, e o sonho dourado do Oeste, um sonho coletivo."

Inevitavelmente, não pude deixar de me lembrar de "Vidas Secas". Se Graciliano Ramos mostra a desumanização de seus personagens ao fugirem da seca, Steinbeck nos mostra a luta feroz desses personagens em manterem a sua humanidade. Nisso, preciso destacar o quanto a presença da Mãe Joad é fundamental para tal. A personagem que não tem nome, mas que assume em si com toda a propriedade o título de Mãe. Com letra maiúscula sim, sem a menor dúvida. É ela que tenta manter a família unida, pois sabe que só através dessa união eles podem sobreviver; é ela que ainda tenta manter uma rotina de normalidade, mesmo quando tudo parece desmoronar ao seu redor; é ela que busca dar conforto aos seus, que sustenta e dá força a todos.

"Para a mulher, tudo corre sem parar, que nem um rio, cheio de redemoinhos e cascatas, mas correndo sem parar. É assim que a mulher encara a vida. A gente não morre, a gente continua... muda, talvez, um pouco, mas continua sempre firme."

No mais, é um livro que recomendo muito. Pela sua estória e história, pela delicadeza e sensibilidade em tantos momentos, pela crueza e sinceridade em tantos outros, e por tantos personagens admiráveis. Steinbeck já se tornou um dos meus autores favoritos e foi com certa tristeza que terminei de ler a saga dos Joad.

Este livro faz parte da lista da revista Bravo com os "100 Livros Essenciais da Literatura Mundial". É só clicar na imagem abaixo para saber mais:


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Desafio Bravo: Os 100 Livros Essenciais da Literatura Mundial



Conforme comentado na parte 1 deste post, estou fazendo parte do Desafio da revista Bravo, que publicou também uma lista com os "100 Livros Essenciais da Literatura Mundial":


1. Ilíada, de Homero
2. Odisseia, de Homero
3. Hamlet, de William Shakespeare
4. O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes
5. A Divina Comédia, de Dante Alighieri
6. Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust
7. Ulisses, de James Joyce
8. Guerra e Paz, de Leon Tosltói
9. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski
10. Os Ensaios, de Michel de Montaigne
11. Édipo Rei, de Sófocles
12. Otelo, de William Shakespeare
13. Madame Bovary, de Gustave Flaubert
14. Fausto, de Johann Wolfgang von Goethe
15. O Processo, de Franz Kafka
16. Doutor Fausto, de Thomas Mann
17. As Flores do Mal, de Charles Baudelaire
18. O Som e a Fúria, de William Faulkner
19. A Terra Desolada, de T. S. Eliot
20. Teogonia, de Hesíodo
21. Metamorfoses, de Ovídio
22. O Vermelho e o Negro, de Stendhal
23. O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald
24. Uma Temporada no Inferno, de Arthur Rimbaud
25. Os Miseráveis, de Victor Hugo
26. O Estrangeiro, de Albert Camus
27. Medeia, de Eurípides
28. Eneida, de Virgílio
29. Noite de Reis, de William Shakespeare
30. Adeus às Armas, de Ernest Hemingway
31. O Coração das Trevas, de Joseph Conrad
32. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
33. Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf
34. Moby Dick, de Herman Melville
35. Histórias Extraordinárias, de Edgar Allan Poe
36. A Comédia Humana, de Honoré de Balzac
37. Grandes Esperanças, de Charles Dickens
38. O Homem sem Qualidades, de Robert Musil
39. As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift
40. Finnegans Wake, de James Joyce
41. Os Lusíadas, de Luís de Camões
42. Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas
43. Retrato de uma Senhora, de Henry James
44. Decamerão, de Giovanni Boccaccio
45. Esperando Godot, de Samuel Beckett
46. 1984, de George Orwell
47. A Vida de Galileu, de Bertolt Brecht
48. Os Cantos de Maldoror, de Lautréamont
49. A Tarde de um Fauno, de Stéphane Mallarmé
50. Lolita, de Vladimir Nabokov
51. Tartufo, de Molière
52. As Três Irmãs, de Anton Tchekhov
53. O Livro das Mil e Uma Noites
54. O Burlador de Sevilha, de Tirso de Molina
55. Mensagem, de Fernando Pessoa
56. Paraíso Perdido, de John Milton
57. Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
58. Os Moedeiros Falsos, de André Gide
59. Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
60. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
61. Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello
62. As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll
63. A Náusea, de Jean-Paul Sartre
64. A Consciência de Zeno, de Italo Svevo
65. Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene Gladstone O’Neill
66. A Condição Humana, de André Malraux
67. Os Cantos, de Ezra Pund
68. Canções da Inocência-Canções da Experiência, de William Blake
69. Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams
70. Ficções, de Jorge Luis Borges
71. O Rinoceronte, de Eugène Ionesco
72. A Morte de Virgílio, de Hermann Broch
73. Folhas de Relva, de Walt Whitman
74. O Deseros dos Tártaros, de Dino Buzzati
75. Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez
76. Viagem ao Fim da Noite, de Louis-Ferdinand Céline
77. A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queirós
78. O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar
79. As Vinhas da Ira, de John Steinbeck - Resenha
80. Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar
81. O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger
82. As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain
83. Contos - Hans Christian Andersen
84. O Leopardo, de Tomasi di Lampedusa
85. A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Tristram Shandy, de Laurence Sterne
86. Uma Passagem para a Índia, de Edward Morgan Forster
87. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen
88. Trópico de Câncer, de Henry Miller
89. Pais e Filhos, de Ivan Turguêniev
90. O Náufrago, de Thomas Bernhard
91. A Epopeia de Gilgamesh
92. O Mahabharata
93. As Cidades Invisíveis, de Italo Calvino
94. Oh The Road, de Jack Kerouac
95. O Lobo da Estepe, de Herman Hesse
96. O Complexo de Portnoy, de Philip Roth
97. Reparação, de Ian McEwan
98. Desonra, de J. M. Coetzee
99. As Irmãs Makioka, de Junichiro Tanizaki
100. Pedro Páramo, de Juan Rulfo


Já fiz a minha primeira leitura programada para este desafio e, nesta semana ainda, já teremos resenha dele aqui no Solilóquio. Alguns livros da lista acima já foram lidos por mim, mas provavelmente vou acabar relendo para postar a resenha aqui.

Faça parte você também e que tenhamos fôlego pra tanta leitura. Amém! :D

Ps: O post da Dani pode ser visto aqui.

Desafio Bravo: Os 100 Livros Essenciais da Literatura Brasileira



Como parte da minha tentativa de me empolgar com a vida de blogueira (gente, tô saindo do armário e me assumindo blogueira, vejam só!), resolvi participar também, depois de um convite nada insistente da Dani (Vintecinco Devaneios), do Desafio da revista Bravo, que contém uma lista com os "100 Livros Essenciais da Literatura Brasileira":


  1. Adélia Prado: Bagagem 
  2. Aluísio Azevedo: O Cortiço 
  3. Álvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos 
  4. Álvares de Azevedo: Noite na Taverna 
  5. Antonio Callado: Quarup 
  6. Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda 
  7. Ariano Suassuna: Romance d'A Pedra do Reino 
  8. Augusto de Campos: Viva Vaia 
  9. Augusto dos Anjos: Eu 
  10. Autran Dourado: Ópera dos Mortos 
  11. Basílio da Gama: O Uraguai 
  12. Bernando Élis: O Tronco 
  13. Bernando Guimarães: A Escrava Isaura 
  14. Caio Fernando Abreu: Morangos Mofados 
  15. Carlos Drummond de Andrade: A Rosa do Povo
  16. Carlos Drummond de Andrade: Claro Enigma 
  17. Castro Alves: Os Escravos
  18. Castro Alves: Espumas Flutuantes 
  19. Cecília Meireles: Romanceiro da Inconfidência
  20. Cecília Meireles: Mar Absoluto 
  21. Clarice Lispector: A Paixão Segundo G.H.
  22. Clarice Lispector: Laços de Família 
  23. Cruz e Souza: Broquéis 
  24. Dalton Trevisan: O Vampiro de Curitiba 
  25. Dias Gomes: O Pagador de Promessas 
  26. Dyonélio Machado: Os Ratos 
  27. Erico Verissimo: O Tempo e o Vento 
  28. Euclides da Cunha: Os Sertões 
  29. Fernando Gabeira: O que é Isso, Companheiro? 
  30. Fernando Sabino: O Encontro Marcado 
  31. Ferreira Gullar: Poema Sujo 
  32. Gonçalves Dias: I-Juca Pirama 
  33. Graça Aranha: Canaã 
  34. Graciliano Ramos: Vidas Secas
  35. Graciliano Ramos: São Bernardo 
  36. Gregório de Matos: Obra Poética
  37. Guimarães Rosa: O Grande Sertão: Veredas
  38. Guimarães Rosa: Sagarana 
  39. Haroldo de Campos: Galáxias 
  40. Hilda Hilst: A Obscena Senhora D 
  41. Ignágio de Loyola Brandão: Zero 
  42. João Antônio: Malagueta, Perus e Bacanaço 
  43. João Cabral de Melo Neto: Morte e Vida Severina 
  44. João do Rio: A Alma Encantadora das Ruas 
  45. João Gilberto Noll: Harmada 
  46. João Simões Lopes Neto: Contos Gauchescos 
  47. João Ubaldo Ribeiro: Viva o Povo Brasileiro 
  48. Joaquim Manuel de Macedo: A Moreninha 
  49. Jorge Amado: Gabriela, Cravo e Canela
  50. Jorge Amado: Terras do Sem Fim 
  51. Jorge de Lima: Invenção de Orfeu 
  52. José Cândido de Carvalho: O Coronel e o Lobisomen 
  53. José de Alencar: O Guarani
  54. José de Alencar: Lucíola 
  55. José J. Veiga: Os Cavalinhos de Platiplanto 
  56. José Lins do Rego: Fogo Morto 
  57. Lima Barreto: Triste Fim de Policarpo Quaresma 
  58. Lúcio Cardoso: Crônica da Casa Assassinada 
  59. Luis Fernando Verissimo: O Analista de Bagé 
  60. Luiz Vilela: Tremor de Terra 
  61. Lygia Fagundes Telles: As Meninas
  62. Lygia Fagundes Telles: Seminário dos Ratos 
  63. Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas
  64. Machado de Assis: Dom Casmurro 
  65. Manuel Antônio de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias 
  66. Manuel Bandeira: Libertinagem 
  67. Manuel Bandeira: Estrela da Manhã 
  68. Márcio Souza: Galvez, Imperador do Acre 
  69. Mário de Andrade: Macunaíma; 
  70. Mário de Andrade: Paulicéia Desvairada 
  71. Mário Faustino: o Homem e Sua Hora 
  72. Mário Quintana: Nova Antologia Poética 
  73. Marques Rebelo: A Estrela Sobe 
  74. Menotti Del Picchia: Juca Mulato 
  75. Monteiro Lobato: O Sítio do Pica-pau Amarelo 
  76. Murilo Mendes: As Metamorfoses 
  77. Murilo Rubião: O Ex-Mágico 
  78. Nelson Rodrigues: Vestido de Noiva
  79. Nelson Rodrigues: A Vida Como Ela É 
  80. Olavo Bilac: Poesias 
  81. Osman Lins: Avalovara 
  82. Oswald de Andrade: Serafim Ponte Grande
  83. Oswald de Andrade: Memórias Sentimentais de João Miramar 
  84. Otto Lara Resende: O Braço Direito 
  85. Padre Antônio Vieira: Sermões 
  86. Paulo Leminski: Catatau 
  87. Pedro Nava: Baú de Ossos 
  88. Plínio Marcos: Navalha de Carne 
  89. Rachel de Queiroz: O Quinze 
  90. Raduan Nassar: Lavoura Arcaica 
  91. Raduan Nassar: Um Copo de Cólera
  92. Raul Pompéia: O Ateneu 
  93. Rubem Braga: 200 Crônicas Escolhidas 
  94. Rubem Fonseca: A Coleira do Cão 
  95. Sérgio Sant'Anna: A Senhorita Simpson 
  96. Stanislaw Ponte Preta: Febeapá 
  97. Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu
  98. Tomás Antônio Gonzaga: Cartas Chilenas 
  99. Vinícius de Moraes: Nova Antologia Poética 
  100. Visconde de Taunay: Inocência



Alguns dos livros acima eu já li, mas vou reler para poder colocar a resenha direitinho aqui no Solóquios - mesmo aqueles que sei não ser muito fã (mancada ter "O Guarani" nessa lista, viu!). A revista Bravo também publicou uma lista com os "100 Livros Essenciais da Literatura Mundial", e que vai ser a parte 2 deste post. Aguardem.

O desafio foi visto originalmente pela Dani no vlog da Tatiana Feltrin, que pode ser conferido aqui.

Faça parte você também e que tenhamos fôlego pra tanta leitura. Amém! :D

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

#Projeto Cronológico: Jane Austen



Aloha, my friends!

O blog anda parado e eu estava desanimada demais nos últimos tempos. Mas depois da última Bienal do Livro em SP voltei carregada de livros (e projetos) novos, então resolvi aderir a uma série de novos desafios a serem postados aqui. Aguardem!

O Projeto Cronológico foi criado pela Dani (do blog Vintecinco Devaneios) e consiste em se escolher determinado autor e ler todas as suas obras ou uma determinada série em ordem cronológica. Demorei mais de um ano para me decidir (tantas opções, meudeus!), mas acabei optando pelos romances de Jane Austen, uma autora que gosto muito - e assim aproveito para ler as obras desconhecidas e reler as já conhecidas:

  • Sense and Sensibility (1811) 
  • Pride and Prejudice (1813) 
  • Mansfield Park (1814) 
  • Emma (1815) 
  • Northanger Abbey (1818) 
  • Persuasion (1818) 
Pensei em seguir a obra completa da autora, mas há vários textos incompletos e obscuros, que não sei se conseguiria encontrar facilmente, por isso preferi optar pelos romances. E o projeto não exige nada muito rígido, então vai ser algo legal de se participar.

Faça parte você também, colega bookworm!

Editado: O post da Dani pode ser encontrado aqui!