terça-feira, 30 de abril de 2013

DL2013: Sonho de uma noite de verão, William Shakespeare (Abril)


Sinopse: Numa noite de verão, num bosque, quatro jovens enamorados encontram-se e desencontram-se: Lisandro ama Hérmia que ama Lisandro e é amada por Demétrio, que é amado por Helena; depois, Demétrio ama Helena, que ama Demétrio e é amada por Lisandro, que é amado por Hérmia. Na manhã seguinte, tudo se resolve, e há um casamento triplo, pois casam-se também o Duque de Atenas e a Rainha das amazonas. Na festa, no palácio do Duque, apresenta-se uma peça de teatro amador, escrita e encenada por trabalhadores locais. É hilariante de tão ruim a "comédia trágica", que teve ensaio naquela noite de verão, naquele bosque, habitado por fadas e duendes que têm seu Rei e sua Rainha, que disputam a guarda de um menino indiano, e por isso esta Rainha apaixona-se, naquela noite de verão, por um mortal com cabeça de burro.
Ação e movimentação, paixões e casamentos, brigas e reconciliações, equívocos e finais felizes. É um Shakespeare muito divertido e nada trágico, um "sonho" originalmente escrito para uma festa de casamento na vida real. (Fonte: Skoob)


Clássicos são clássicos, e ler Shakespeare nunca é uma perda de tempo. Então aproveitei o tema de abril do Desafio Literário (Uma ou mais das quatro estações no título) para ler mais coisas do querido Bardo.

Das leituras que fiz do autor, Sonho de Uma Noite de Verão não chega a ser a minha favorita. Lembro que ria horrores lendo A Megera Domada, por exemplo, que tem um humor um pouco mais ácido.

Apesar da confusão toda envolvendo os quatro apaixonados e as peripécias de Puck (tinha horas que eu confundia todo mundo e era uma beleza só pra me achar!), é uma leitura rápida e gostosa de se fazer, leve como uma boa comédia deve ser. Sem contar que tem o toque inconfundível de Shakespeare, sempre brincando com a metalinguagem ao colocar uma peça dentro de uma peça - e nisso, as interpretações podem ser as mais diversas.







segunda-feira, 8 de abril de 2013

#Music Monday: Ta-Dah (Scissor Sisters)



E o vício da semana é: Scissor Sisters. Já conhecia a banda há um cadinho de tempo, principalmente por causa da música "I can't decide", que tocou em uma cena de Doctor Who com o Master (adoro!). Mas agora decidi ouvir a discografia da banda, um álbum por vez. E comecei logo por Ta-Dah, que é uma delicinha de ouvir:


"I Don't Feel Like Dancin'"
"She's My Man"
"I Can't Decide"
"Lights"  
"Land of a Thousand Words"
"Intermission"  
"Kiss You Off"  
"Ooh"  
"Paul McCartney"
"The Other Side"
"Might Tell You Tonight"
"Everybody Wants the Same Thing*"


Menção honrosa: "I Don't Feel Like Dancin'", "She's My Man"  e "I Can't Decide".



terça-feira, 2 de abril de 2013

#Aquisições Literárias (Março)

Eu estava indo bem durante o mês de março, mas em um único dia adquiri três novos volumes. Eu juro que tento, mas é mais forte que eu. (é inevitável o discurso de viciado!)




1 - O Lorde Supremo (Trudi Canavan):
Na cidade de Imardin, onde aqueles que têm magia têm poder, uma jovem garota de rua, adotada pelo Clã dos Magos, se encontra no centro de uma terrível trama que pode destruir o mundo todo. Sonea aprendeu muito no Clã, e os outros aprendizes agora a tratam com um respeito relutante.
No entanto, ela não pode esquecer o que viu na sala subterrânea do Lorde Supremo, ou seu aviso de que o antigo inimigo do reino está crescendo em poder novamente. Conforme Sonea evolui no aprendizado, começa a duvidar da palavra do mestre de seu clã. Poderia a verdade ser tão aterrorizante quanto Akkarin afirma? Ou ele está tentando enganá-la para que Sonea o ajude em algum terrível esquema sombrio? (Fonte: Skoob)


Terceiro volume da trilogia do Mago Negro, estou um bocado ansiosa para ler o desfecho da estória. Estou "devendo" a resenha dos livros anteriores, mas acho que vou deixar para quando terminar o terceiro. Mas já adianto que a narrativa de Trudi Canavan é bem gostosa de ler e tem umas coisas interessantes. Obrigada à companheira Dani 25 por compartilhar o livro!


2- O Lado Bom da Vida (Matthew Quick):
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança. (Fonte: Skoob)


Pela resenha que fiz aqui no blog sobre o filme homônimo, já deu para notar o quanto gostei do filme. E claro que iria querer o livro também. Super ansiosa pela sua leitura.


3 - The Pillars of the Earth (Ken Follett):
Emocionante, complexo, pontilhado de coloridos detalhes históricos, Os pilares da terra traça o painel de um tempo conturbado, varrido por conspirações, jogos intrincados de poder, violência e surgimento de uma nova ordem social e cultural. A figura que melhor expressa os ideais que inspiraram Ken Follett a escrever este livro é Philip, prior de Kingsbridge, um homem que luta contra tudo e todos para construir um templo grandioso a Deus. Mas a galeria de personagens que gravitam em torno da catedral inclui Aliena, a bela herdeira banida de suas terras, Jack, seu amante, Tom, o construtor, William o cavaleiro boçal, e Waleran, o bispo capaz de tudo para pavimentar seu caminho até o lugar do Papa, em Roma. Como painel de fundo, uma Inglaterra sacudida por lutas entre os sucessores prováveis ao trono que Henrique I deixou sem descendentes.
Épico que consegue captar simultaneamente o que acontece nos castelos, feiras, florestas e igrejas, Os pilares da terra é a recriação magistral de uma época que nossa imaginação não quer esquecer. (Fonte: Skoob)


Deixei a sinopse e o link para o livro em português, mas o volume que comprei é em inglês por ser mais barato e mais fácil de carregar (adoro esse formato pocket). Fiquei apaixonada por Ken Follett após ler Queda de Gigantes, e já estava querendo ler Os Pilares da Terra há um bocado de tempo. Aquisição que me deixou dando pulinhos de alegria.

domingo, 31 de março de 2013

DL2013: Marley e eu, John Grogan (Março)


Sinopse: John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. 

Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível. (Fonte: Skoob)


Como sempre, o DL trouxe temas que se provaram desafiadores para mim. Tenho uma certa resistência a filmes com animais e achei que também teria essa resistência com livros também. Na verdade eu não tenho nada contra narrativas com animais, exceto aqueles em que o animal é humanizado ao extremo a ponto de falar. E exceto em desenhos animados (por motivos óbvios), acho bizarro demais e prefiro não ter que ver algo do tipo.

Mas resolvi aceitar o desafio e escolhi "Marley e eu" para o tema de março (Animais Protagonistas), já que ouvira boas críticas sobre o livro.

E não me arrependi, claro.

Tive certa dificuldade por nunca ter tido um cachorro como animal de estimação - então não consegui compreender a rotina e desventuras dos donos do Marley por não ter passado por experiências similares. Mas compreendi perfeitamente o apego que temos com esses animais, que se tornam sim parte da família e parecem levar um pedaço dela quando não estão mais presente. Até brinquei com a minha mãe, dizendo que se nossos passarinhos (temos um par) fossem cachorros, eles seriam exatamente como o Marley - a hiperatividade e tendências destrutivas são as mesmas, embora em menores proporções.

O livro é extremamente tocante, indo da comédia ao drama com uma facilidade assustadora. É realista e, como o próprio autor menciona em dado momento, a intenção não era santificar o animal, mas mostrar todos os seus aspectos - da preocupação eterna e irritação por causa do comportamento imprevisível do animal, até o amor e lealdade incondicionais que Marley demonstra em todos os momentos.

Leitura super recomendada.

segunda-feira, 18 de março de 2013

#Music Monday: Babel (Mumford and Sons)



O vício em Mumford and Sons só fez aumentar nas últimas semanas. Escuto muito, todo dia, porque me dá uma paz de espírito absurda. Me deixa tranquila para trabalhar e nas (longas, duras e cansativas) viagens de ônibus.

'Bora começar a semana bem, né?!

"Babel"
"Whispers in the Dark"  
"I Will Wait"  
"Holland Road"
"Ghosts That We Knew"  
"Lover of the Light"  
"Lovers' Eyes"  
"Reminder"  
"Hopeless Wanderer"  
"Broken Crown"  
"Below My Feet"
"Not With Haste"

Bônus da edição de luxo:
"For Those Below"
"The Boxer" (Jerry Douglas ft. Mumford & Sons & Paul Simon)
"Where Are You Now?"


Menção honrosa: "I will wait", "Lover of the light" (o clipe dessa música me faz chorar!) e "The Boxer", porque é Simon & Garfunkel e é amor demais na vida em forma de música!